Na aula de geografia o professor começou a falar do preconceito que temos com as pessoas com relação a aparência delas. Ele começou a falar:
“Se é negro, olha de banda.
Se é muito branco, é parmalate.
Se é tampinha, sai de baixo.
Se é muito alto é vara-pau.
Se é muito magro comentam:
“esse cara não come não é?”.
Se é muito gordo?
“esse ai é guloso”.
Então, colocam nas revistas
Aqueles caras que não são
Nem gordos nem magros,
Nem muito altos nem muito baixos
Nem muito negro nem muito branco
E mais um monte de fotoshop!
Rapaz, quem vai conseguir ser assim?”
O professor estava com razão totalmente falando sobre esse preconceito, mas na hora, ele falando, foi muito engraçado, a sala toda deu risada.
E quero deixar bem claro que as fuinhas de gelo não roem o cérebro do professor de geografia, mas sim o cérebro daqueles que tem esse tipo de preconceito bobo.
Beijosemeligamesmoqueeunãosejaperfeitacomoasgarotasquevocêvênasrevistas ;*
“Se é negro, olha de banda.
Se é muito branco, é parmalate.
Se é tampinha, sai de baixo.
Se é muito alto é vara-pau.
Se é muito magro comentam:
“esse cara não come não é?”.
Se é muito gordo?
“esse ai é guloso”.
Então, colocam nas revistas
Aqueles caras que não são
Nem gordos nem magros,
Nem muito altos nem muito baixos
Nem muito negro nem muito branco
E mais um monte de fotoshop!
Rapaz, quem vai conseguir ser assim?”
O professor estava com razão totalmente falando sobre esse preconceito, mas na hora, ele falando, foi muito engraçado, a sala toda deu risada.
E quero deixar bem claro que as fuinhas de gelo não roem o cérebro do professor de geografia, mas sim o cérebro daqueles que tem esse tipo de preconceito bobo.
Beijosemeligamesmoqueeunãosejaperfeitacomoasgarotasquevocêvênasrevistas ;*
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